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Mês da Mulher: Dorinha reforça luta contra violência e misoginia e defende prioridade às políticas de proteção às mulheres no Tocantins

Março é mês dedicado às mulheres e a senadora Professora Dorinha Seabra (União) chama atenção para a necessidade de fortalecer políticas públicas de proteção e enfrentamento à violência no Tocantins. A parlamentar tem defendido, no Congresso e no estado, iniciativas que combatam o machismo, a misoginia e todo tipo de agressão contra mulheres.

Para Dorinha, o debate precisa sair do discurso e se transformar em ações concretas. “Proteger as mulheres é uma responsabilidade coletiva. O poder público precisa garantir estrutura, acolhimento e justiça para quem sofre violência”, afirma.

Dados da Secretaria da Secretaria Estadual de Segurança Pública mostram que o feminicídio continua sendo uma realidade preocupante no estado. Em 2025, o Tocantins registrou 20 casos, um aumento de 53,8% em relação a 2024, quando foram contabilizadas 13 ocorrências. A maioria dos crimes aconteceu dentro de casa, principal cenário das mortes, e mais da metade ocorreu durante a noite. Ao todo, 33 mulheres foram vítimas de feminicídio nos dois anos analisados, principalmente na faixa entre 18 e 59 anos, o que revela o impacto da violência em diferentes fases da vida.

Diante desse cenário, Dorinha defende prioridade a políticas de prevenção, proteção e acolhimento às vítimas. Entre as medidas consideradas essenciais estão o fortalecimento das delegacias especializadas, a ampliação de casas de apoio para mulheres em situação de risco, campanhas educativas e ações que incentivem a autonomia financeira feminina.

“Não podemos naturalizar a violência. Cada mulher que perde a vida representa uma falha coletiva que precisa ser enfrentada com políticas sérias e compromisso permanente com a dignidade e o respeito”, destaca.

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