A ação foi desencadeada após denúncias de que parentes de detentos estavam sendo contatados para a realização de transferências bancárias indevidas, usando indevidamente a imagem e o nome do grupo de visitas da unidade.
Segundo as investigações iniciais, duas mulheres, companheiras de internos custodiados na unidade, estariam se passando por representantes e solicitando valores em nome dos presos. Uma delas fingia ser assistente social e pediu dinheiro para custear um suposto exame médico não coberto pelo SUS. Uma visitante desconfiou da cobrança e procurou a direção da unidade, que negou qualquer solicitação oficial.
A atuação rápida da equipe policial penal identificou o número de telefone usado nas mensagens e localizou as suspeitas. Em abordagem à residência de uma das envolvidas, ela não negou as acusações e apontou a participação de outra mulher.
Foi apurado que o PIX utilizado para receber as transferências estava em nome de uma das suspeitas. Diante das evidências, uma das investigadas foi conduzida à Delegacia para prestar esclarecimentos. As autoridades informaram que não houve êxito na obtenção de valores pelas investigadas e que o caso segue sob investigação.