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Polícia Civil indicia marido por feminicídio de merendeira em Araguaína; suspeito está foragido

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 2ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Araguaína, concluiu o inquérito que apurava a morte da merendeira Rozália Gonçalves Pereira, 36 anos. O marido da vítima, o vigilante Raimundo Gomes da Silva, 59 anos, foi indiciado pelo crime de feminicídio ocorrido em 1º de janeiro de 2026. O suspeito é considerado foragido.

O corpo de Rozália foi encontrado quatro dias após o crime em um terreno baldio do bairro onde o casal morava. Moradores localizaram o corpo em estado de decomposição ao perceberem forte odor no local. Segundo a investigação, o crime ocorreu após o suspeito atrair a vítima a um encontro usando um perfil falso em aplicativo de mensagens e atacá-la com diversas facadas.

Conforme o delegado Adriano Carvalho, o homem acreditava estar sendo traído e o relacionamento do casal estava em crise, com a vítima desejando a separação. Após o crime, o suspeito voltou para casa, deixou os cinco filhos — quatro crianças — e fugiu em seguida para o estado do Maranhão, onde teria familiares.

A Polícia Civil representou pela prisão preventiva de Raimundo e concluiu o inquérito apontando evidências suficientes para sua responsabilização. A corporação reforça o compromisso no combate à violência contra a mulher e pede a colaboração da comunidade: informações sobre o paradeiro do foragido podem ser repassadas pelo disque-denúncia 197 ou pelo WhatsApp da 2ª DHPP (63) 3901-7485. O anonimato é garantido.

Levantamento da Polícia Civil indica que, desde 2022, foram registrados três casos de feminicídio em Araguaína, todos com autoria identificada ao longo das investigações, segundo as autoridades.

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